Mosquito Aedes aegypti

31/07/2019

 O Rio Grande do Sul tem 85 municípios onde a infestação do mosquito Aedes aegypti é considerada de alto risco para a transmissão de dengue, zika e chikungunya. Essas cidades tiveram no último levantamento do índice da presença do inseto, realizado entre maio e junho, mais de 4% dos imóveis vistoriados onde foram identificados locais com água contendo presença de larvas do. A Secretaria da Saúde (SES) alerta que as medidas de prevenção devem permanecer mosquito. Neste ano, já houve registro de mais de mil casos confirmados de dengue no Estado mesmo agora durante o inverno, época em que há uma redução na circulação do mosquito.

O Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) permite que, com base nas informações coletadas, sejam identificados os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de criadouro predominante. O objetivo é que, com a realização do levantamento, os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do mosquito. O índice de infestação predial (IIP) gerado pelo método indica o percentual de amostras onde foram identificadas larvas no inseto.

Repasses de recursos

O governo do Estado investiu R$ 4.837.420,79 neste ano para que 361 municípios desenvolvessem ações de prevenção e combate ao Aedes. Os recursos foram destinados às cidades consideradas infestadas pelo inseto, ou seja, que tiveram ao menos um foco de larvas do mosquito identificados nas armadilhas nos últimos 12 meses. Entre essas cidades, estão as 85 com o índice de infestação considerado de alto risco.

Como eliminar o mosquito em casa

Os depósitos preferenciais para os ovos do Aedes aegypti são recipientes com água parada ou até a parede desses, mesmo quando secos. Os principais exemplos são pneus, latas, vidros, cacos de garrafa, pratos de vasos, caixas d’água e outros reservatórios mal-tampados. Para evitar o acúmulo de água onde o mosquito pode se reproduzir, é preciso tomar alguns cuidados:

  • Tampar caixas d’água, tonéis e latões
  • Manter limpos os bebedouros de animais
  • Guardar garrafas vazias com o gargalo para baixo
  • Guardar pneus sob abrigos
  • Manter desentupidos ralos, canos, calhas, toldos e marquises
  • Não acumular água nos vasos de plantas
  • Manter a piscina tratada durante todo o ano
  • Colocar embalagens de vidro, lata e plástico em lixeiras fechadas

Fonte: SECOM/RS

Porto Rio Grande

31/07/2019

O porto do Rio Grande realizou a primeira operação denominada top off no terminal. A manobra consiste em um complemento de carga entre o Porto Novo e o cais público na área do Estaleiro Rio Grande (ERG), no Superporto. A finalidade é completar a capacidade do navio até o seu limite.

No Porto Novo, o calado operacional do cais é de 9,45 metros, o que impede que alguns navios deixem o porto com carga completa. “Começamos as atividades em novembro e havia a necessidade de fazer a operação em dois portos em função do calado do porto do Rio Grande. Estamos tendo essa oportunidade que foi conquistada pela Superintendência para que essa operação fosse feita completa no município”, afirma Fernanda Salomão Hackbart, CEO da Connexion Export, que realiza a exportação de toras de madeira para China através da operadora portuária Sagres.

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) autorizou três operações testes para o sistema. A primeira foi realizada na sexta-feira (26/7). A Superintendência dos Portos, juntamente com a Secretaria Nacional de Portos, efetua alteração no Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do porto, tornando aquela área efetivamente de uso público para permitir esse tipo de operação de forma constante no Estaleiro.

“Essa operação é extremamente importante porque é uma geração de receita, movimenta uma área que há três anos estava sem uso e abre uma possibilidade de utilizar parte do estaleiro para movimentação de carga. É um marco importante para a companhia”, avalia Ricardo Ávila, diretor operacional da Ecovix, empresa proprietária do ERG.

Uma escala a menos rumo à China

Sem essa operação de complementação no ERG, o navio deveria ir à Imbituba, em Santa Catarina, antes de seguir o seu destino à China. “Com essa possibilidade, consolidamos aqui a operação total de uma carga importante. Ressalto que não serão realizadas ali operações que entrem em conflito com os terminais privados e somente para top off, ou seja, o navio primeiro carrega no Porto Novo e recebe no estaleiro a complementação de carga”, destaca Fernando Estima, superintendente dos Portos do Rio Grande do Sul.

Fernanda Hackbart acrescenta que nesta operação de complementação devem ser carregadas mais 8 mil toneladas fazendo com que o navio deixe o porto completo, com 36 mil toneladas exportadas.

fonte:SECOM/RS

Corsan e Sulgás fazem parceria para pesquisa

18/07/2019

A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) e a Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás) vão realizar estudos e projetos de pesquisa para utilização de biogás e biometano. Convênio que oficializa a parceria foi assinado pelo diretor-presidente da Corsan, Roberto Barbuti, e pelo diretor-presidente da Sulgás, Antonio Rafael Cereser Pezzella.

O objetivo é unir esforços com a finalidade de estudar e realizar projetos de pesquisa para utilização de biogás e biometano produzidos a partir do processo de tratamento de esgotos.

Durante um ano serão feitas, por meio da Diretoria de Inovação Relacionamento e Sustentabilidade da Corsan, análises do biogás produzido nas ETEs (Estações de Tratamento de Esgotos) de Canela, Lajeado, Glorinha, Xangri-lá e São Jorge (Capão da Canoa). Com o resultado dos estudos, poderá ser avaliado o potencial de produção e a viabilidade comercial dessa nova fonte para fornecimento energético.

Ascom Corsan


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